Mulher tenta fotografar tubarão no Caribe, é atacada, e perde as duas mãos

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Uma mulher canadense de 55 anos perdeu as duas mãos após ser atacada por um tubarão enquanto praticava snorkel na praia de Thompson Cove Beach, no Caribe.

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O incidente ocorreu no dia 7/2 e chegou a levar ao fechamento temporário da praia.

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As autoridades locais alegaram que a mulher tentou se aproximar do tubarão para tirar fotos, mas a família negou, afirmando que o animal a atacou sem qualquer provocação.

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O tubarão, estimado em 1,80 m, mordeu a coxa da vítima antes de arrancar suas mãos quando ela tentou se defender. A praia foi reaberta após o tubarão se afastar.

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Os ataques de tubarão são eventos não muito frequentes, mas que despertam muito interesse e preocupação nas pessoas.

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Segundo o Arquivo Internacional de Ataques de Tubarões (ISAF), da Universidade da Flórida, em 2024 foram investigados 88 casos globais, com 47 mordidas não provocadas e 24 provocadas, resultando em 7 mortes.

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Mordidas não provocadas são definidas como incidentes em que o tubarão ataca um humano em seu habitat natural sem qualquer provocação.

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Já as mordidas provocadas ocorrem quando há interação humana, como tentativas de tocar ou alimentar o animal.

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Esses animais são predadores marinhos com uma reputação temida, em função de casos de ataques a seres humanos que tiveram repercussão.

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Em junho de 2023, um ataque de tubarão teve um final trágico no Egito. Um homem russo foi morto em função de um ataque de tubarão, enquanto nadava no Mar Vermelho, na praia em frente ao hotel Dream Beach, em Hughada.

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O vídeo nas redes sociais mostra o momento em que o tubarão circula o homem na água. O animal ataca o banhista várias vezes até puxar o russo para o fundo do mar. Segundos depois de desaparecer, o vídeo mostra que um barco com salva-vidas chega ao local.

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Uma mulher identificada nos relatórios da mídia russa como a namorada de Popov teria conseguido nadar e escapar do ataque, e o pai da vítima estava na areia e gritou por ele enquanto lutava para escapar do tubarão

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Um mês depois, em julho, um surfista passou por momentos de desespero na costa oeste da Austrália. Ele foi atacado por um tubarão, mas conseguiu remar por 600 metros até a areia sangrando muito. Ao chegar em terra firme, foi levado às pressas para o hospital.

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O jovem estava pegando onda na praia de Gnarabup, na cidade de Margaret River, que é casa de uma das mais tradicionais etapas do Circuito Mundial de surfe.

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Mas os ataques de tubarão não são eventos tão distantes como alguns podem pensar. No Brasil, Recife é uma região que tem sido frequentemente associada a esses incidentes devido a alguns fatores específicos.

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Em março de 2023, um banhista foi atacado por um tubarão na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes.

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No dia seguinte foi a vez de uma jovem que, apesar dos alertas, inclusive sobre o incidente da véspera, decidiu entrar na água e também foi mordida.

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O incidente aconteceu em um local em que os ataques são mais comuns e em que há proibição de entrar no mar.

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A prefeitura de Jaboatão informou que o trecho, de mais de 2 km de extensão, tem avisos sobre o perigo e eventualmente fica até interditado. Mesmo assim, as pessoas insistem em entrar na água.

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