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Parque Municipal da Lagoa do Camorim entra em pauta na Câmara do Rio

Nova área turística terá área de educação ambiental

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Está em pauta da Câmara dos Vereadores do Rio o Projeto de Lei 3.070/2024 , que propõe a criação do Parque Municipal Natural Perilagunar da Lagoa do Camorim, que abrange uma área de 220 mil m² do Complexo Lagunar da Barra e Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. A iniciativa, pode surgir como uma nova atração turística e de educação ambiental na cidade.

O texto entrará em primeira discussão e já conta com um parecer favorável de todas as comissões parlamentares envolvidas.

A iniciativa, sugerida pelo biólogo Mario Moscatelli ao presidente da Câmara, Carlo Caiado, visa recuperar e preservar esta área de manguezal, que tem importância estratégica por ser um corredor ecológico entre os maciços da Tijuca e da Pedra Branca.

“Este parque será um marco no renascimento do bioma da Lagoa do Camorim. Toda a região do Complexo Lagunar da Barra e Jacarepaguá só tem a ganhar. Hoje temos uma lagoa assoreada, um manguezal degradado, mas temos confiança que a concessionária Iguá está realizando um trabalho de dragagem que vai permitir a operação de todo o transporte aquaviário naquela região. Vamos unir forças dos poderes Legislativo, Executivo e iniciativa privada para resgatar o ecossistema local e criar um parque para todos os cariocas”, explica o presidente da Câmara dos Vereadores, Carlo Caiado.

“Temos árvores típicas dos manguezais e inúmeras espécies de árvores, jacarés, capivaras e outros animais. A fauna e a flora são fantásticas. Por isso, o projeto de lei de minha autoria quer incentivar o turismo ecológico sustentável e, também, a educação ambiental. Os alunos das escolas municipais, por exemplo, poderão aprender muito sobre consciência ambiental no parque”, adianta.

A criação do Parque Municipal Natural Perilagunar da Lagoa do Camorim prevê que a área protegida se torne local de pesquisas científicas e, sobretudo, de interesse para turismo ecológico e sustentável, já que conta com árvores típicas de manguezais, além de inúmeras espécies de aves, jacarés, capivaras e outros animais. A ideia é que a área possa ser explorada de barco.