Rio
‘Caso do Brigadeirão’: delegado vê ‘cigana’ como mandante do crime
Delegado Marcos Buss, da 25ª DP (Engenho Novo), diz que mulher que se apresentava como cigana é a mandante do crime
O delegado Marcos Buss, da 25ª DP (Engenho Novo), disse em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (5), que Suyany Breschak, que se apresenta como cigana, é a mandante do “crime do brigadeirão”. A jovem está presa desde o dia 29.
Júlia Cathermol, suspeita de ter matado Luiz Marcelo Antônio Ormond envenenado, se entregou à polícia na noite dessa terça-feira (4). Ela foi transferida nesta manhã para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio.
“Podemos falar com bastante segurança que há elementos nos autos, muitos elementos indicativos, de que a Suyany seria a mandante e arquiteta desse plano criminoso”, disse o delegado.
Segundo o delegado, a ‘cigana’ orientou Júlia a moer o medicamento à base de morfina e colocá-lo no brigadeirão. Para a polícia, Júlia demonstrava grande admiração pela mulher. “A Júlia tinha uma verdadeira veneração pela Suyany. Embora não saibamos explicar bem, a Júlia realmente faria pagamentos mensais para Suyany”, detalhou
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