Capital Fluminense
Vereador do Rio apresenta projeto que multará quem fraudar comprovante de vacinação
Segundo vereador, a medida visa desestimular a repetição de casos de tentativa de fraudes no documento
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(Foto: Mário Vasconcellos /Câmara do Rio)
O líder do governo de Eduardo Paes na Câmara Municipal do Rio, Átila Nunes (DEM), apresentou um projeto de lei que prevê multa de R$ 1 mil para quem tentar burlar a comprovação da vacina contra a Covid-19, na cidade do Rio. A proposta também tem como objetivo enviar o nome do infrator para as autoridades e responsabilizá-los criminalmente.
Segundo o vereador, a medida visa desestimular a repetição de casos de tentativa de fraudes no documento de comprovação da vacina após a Prefeitura do Rio anunciar que vai passar a exigir o certificado de vacinação para quem frequenta ambientes coletivos, como clubes, teatros, e academias, por exemplo. Apenas 48 horas após o decreto, a Secretaria Municipal da Saúde registrou pelo menos quatro casos de tentativas de fraude na vacinação contra a Covid-19.
“O número pode parecer inexpressivo, entretanto, será cada vez maior a quantidade de relatos a respeito da utilização de falsos comprovantes de vacinação. Essa prática é inaceitável, pois coloca em risco a vida de milhares de pessoas que estão fazendo a sua parte, se imunizando contra o vírus e tomando os cuidados sanitários”, afirmou o vereador.
Na justificativa do projeto, o líder do governo Paes ressalta que o país passa por um período conturbado, com a morte de mais de 570 mil pessoas desde o início da pandemia. Ele destaca a importância da imunização e toda a esperança que ela pode trazer para acabar de vez com a pandemia. “O importante é partir do princípio que quando nós tomamos vacina não estamos só nos protegendo, mas estamos principalmente protegendo o próximo, uma vez que a contaminação deve ser evitada, e só quando alcançarmos a grande maioria da população vacinada é que teremos uma proteção coletiva”, contou Átila.
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