Rio
Fiperj dá várias dicas para escolher peixe de qualidade para as festas
Estado do Rio produz em média 60 mil toneladas de pescado marinho por ano

Foto: Divulgação/ Governo do Estado do Rio
A Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, está dando dicas de como escolher um peixe fresco para saborear durante as festas de fim de ano (veja no fim deste texto). A missão da Fiperj é atuar junto a pescadores e aquicultores fluminenses, promovendo o desenvolvimento sustentável, apoio técnico e acesso às novas tecnologias.
“A Fundação atua diretamente na articulação de políticas públicas, na regularização da atividade e no desenvolvimento de pesquisas, buscando sempre o fortalecimento do setor” – ressaltou Marcelo Queiroz, secretário de Agricultura.
O Estado do Rio produz em média 60 mil toneladas de pescado marinho por ano. E entre os peixes mais procurados nesta época do ano estão: camarões, corvina, tainha, atum, pargo, trilha, merluza, anchova, dourado, sardinha–verdadeira, sardinha–laje, namorado e salmão.
O pescado no estado vem da pesca e da aquicultura. Na aquicultura, houve uma forte retomada da atividade neste ano de 2021, após os impactos provocados pela pandemia. Houve um crescimento no interesse de investidores de médio e grande portes na atividade aquícola no Estado.
Verificou-se também um crescimento dos cultivos em sistema de recirculação, o que traz uma perspectiva nova para a piscicultura no Rio. Com esse aumento dos cultivos em sistemas fechados, é possível ver a atividade se fortalecendo em municípios onde ela sempre foi latente.
Dicas para escolher um pescado de qualidade:
– Odor próprio, característico da espécie;
– Carne firme, consistência elástica, da cor própria da espécie;
– Superfície do corpo limpa, com relativo brilho metálico e reflexos multicores próprios da espécie, sem qualquer pigmentação estranha;
– Olhos claros, vivos, brilhantes, luzentes, convexos, transparentes, ocupando toda a cavidade orbitária;
– Brânquias róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes com odor natural, próprio e suave;
– Abdômen com forma normal, firme, não deixando impressão duradoura à pressão dos dedos;
– Escamas brilhantes, bem aderentes à pele, e nadadeiras apresentando certa resistência aos movimentos provocados.
