Política
Deputado diz que Governo Federal não oxigenou transporte no Rio de Janeiro
Projeto de lei que destinava R$ 4 bilhões para as empresas de transporte público
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(Foto: Secretaria de Transportes)
O veto do Governo Federal ao projeto de lei que destinava R$ 4 bilhões para as empresas de transporte público como ônibus, trem e metrô, devido à pandemia de coronavirus, jogou um balde de água fria no setor.
Para o presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, deputado Dionísio Lins (Progressista), o projeto garantiria que até o fim do estado de calamidade pública marcado para o final do ano, não haveria reajuste nas tarifas dos transportes, trazendo um alívio para os usuários neste momento de pandemia.
“Em minha opinião o governo federal perdeu a oportunidade de dar um pouco mais de oxigênio ao setor de transportes. A população sofre hoje para conseguir se locomover de casa para o trabalho e vice-versa. São ônibus em péssimo estado de conservação e sem horário certo para circular. Os trens também estão em estado precário e na maioria das vezes imundos. Na verdade estamos com uma frota sucateada, já que concessionárias e empresários, afirmam estarem deficitários para manter em circulação um transporte adequado. Creio que o governo federal deveria obrigar que as prestadoras de serviços abrissem a caixa preta e apresentassem suas planilhas; até porque empresário não faz caridade”, disse o deputado.
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