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Adeus azulejos na cozinha: a nova onda para renovar o piso em um dia e sem pedreiros

Sem obra e sem sujeira: a nova forma de renovar a cozinha virou tendência

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Adeus azulejos na cozinha: a nova onda minimalista para renovar o piso em um dia e sem pedreiros
Muita gente convive por anos com um azulejo que detesta só para não passar pelo caos da reforma.

Quem mora de aluguel ou não aguenta mais o azulejinho quadriculado da cozinha antiga descobriu um jeito de mudar a cara do ambiente sem quebrar nada. A onda minimalista atual permite renovar o piso da cozinha em uma tarde, aplicando o revestimento direto sobre o que já existe. A mão de obra é a sua, e o resultado vira em poucas horas.

Por que trocar o piso da cozinha assusta tanto?

Muita gente convive por anos com um azulejo que detesta só para não passar pelo caos da reforma. Poeira em cima do fogão, geladeira encostada na sala, pedreiro na casa por uma semana, entulho na garagem. Quem já viveu isso uma vez pensa duas antes de repetir.

É aí que aparecem as opções “faça você mesmo”. Elas prometem transformar o ambiente sem quebradeira, sem cimento novo e sem esperar o rejunte secar. E, se aplicadas com cuidado, cumprem parte considerável do que anunciam.

Adeus azulejos na cozinha: a nova onda minimalista para renovar o piso em um dia e sem pedreiros
Cozinha pequena de apartamento e cozinha grande de casa com quintal têm exigências diferentes

Como funcionam esses revestimentos que sobem em cima do piso antigo?

A ideia é simples: um material fino se encaixa por cima do piso original, escondendo-o por completo. O azulejo quadriculado continua ali embaixo, intacto, pronto para reaparecer no dia em que o inquilino sair ou o dono resolver voltar atrás.

Os tipos mais comuns dessa categoria são conhecidos como piso vinílico, mantas adesivas e réguas laminadas de encaixe. Cada família tem suas vantagens, seus limites e seu método de instalação.

Quais são as opções mais usadas para essa troca rápida?

Antes de sair comprando qualquer coisa na loja mais próxima, vale conhecer o que cada tipo entrega e como se comporta na cozinha, ambiente que combina umidade, gordura e queda ocasional de panela. As opções mais procuradas são estas:

1
Piso vinílico em régua Placas alongadas que imitam madeira, com encaixe tipo clique, aplicadas a seco.
2
Manta vinílica em rolo Uma peça única e flexível, cortada sob medida, colada em pontos estratégicos.
3
Adesivo com estampa de piso Folhas autocolantes com desenho de ladrilho hidráulico, aplicadas placa por placa.
4
Cimento queimado autonivelante Massa líquida que se espalha e seca formando uma superfície uniforme cinza.

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Como escolher a opção certa para o seu tipo de cozinha?

A escolha não é só de estética. Cozinha pequena de apartamento e cozinha grande de casa com quintal têm exigências diferentes, e uma decisão errada pode gerar bolhas, descolamento e a necessidade de refazer tudo em poucos meses.

A comparação direta ajuda a enxergar qual encaixa no seu caso:

Opção Ideal para Cuidado principal
Vinílico em régua Sistema clique Cozinha seca e bem ventilada, com piso original nivelado. Evitar poças de água
Manta em rolo Peça única Ambientes pequenos, com poucos recortes de armário. Boa vedação da emenda
Adesivo autocolante Solução temporária Aluguel curto, mudança rápida de visual. Descola com umidade
Cimento autonivelante Acabamento fixo Quem quer estética industrial e pretende ficar por anos. Exige preparo cuidadoso

Quais erros comuns fazem a troca fracassar em poucos meses?

O primeiro engano é achar que qualquer piso serve para qualquer casa. Colocar régua vinílica encaixada num ambiente que vive molhado é receita para bolha em três meses. Colocar adesivo com estampa sobre azulejo cheio de desníveis destaca cada rejunte antigo.

O segundo erro é pular a etapa de preparação. Piso velho precisa estar limpo, seco, sem gordura e sem rejunte solto antes de receber qualquer revestimento novo. É a parte chata e é justamente a que decide se o resultado dura seis meses ou seis anos.

💡 Curiosidade O piso vinílico foi inventado na década de 1930, mas só ganhou popularidade doméstica depois da Segunda Guerra Mundial, quando substituiu o linóleo em muitas casas americanas.