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JORNALISMO

19/06/2017 12:41

Homem é preso por matar enteada a socos

Morte da menina de dois anos foi dada inicialmente como causa natural

Por: Departamento de Web
  
Um homem foi preso no último sábado (17), por matar a enteada de dois anos em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Carlos Sandro de Oliveira, padrasto da criança, teria se irritado com o choro dela e a assassinado à socos. 

Por não haver marcas visíveis no corpo da criança, a morte foi apontada inicialmente como causa natural e registrada na delegacia de Comendador Soares. A mãe da criança disse em depoimento que não havia percebido nada estranho na casa, pois o homem e a criança estavam dormindo. Pouco tempo depois, um irmão da vítima disse para a mãe que a irmã não estava respirando e seu coração não tinha batimentos. 

O corpo da menina foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) onde foram identificadas lesões internas na vítima, com fraturas nas costelas e hemorragia interna. Segundo o delegado Willians Batista, após o acontecido, o padrasto confessou o crime.

- Nesse meio tempo enquanto a criança foi levada para o IML, o corpo da criança, nós conseguimos encontrar o padrasto. Ele foi levado para a delegacia, tanto ele quanto a mãe, e assim que ele foi confrontado com o que foi constatado no laudo do IML, ele acabou confessando a prática criminosa. Falou que desferiu uma série de socos na criança, porque se irritou com o choro da criança. A mãe nesse momento estava ausente, ele estava sozinho com as crianças. Ele se irritou com o choro da criança e surtou. Ele disse que surtou e acabou desferindo esses socos que culminaram na morte. – declarou o delegado. 

O homem e a mãe da criança estavam juntos há um ano e, de acordo com a polícia, não havia histórico de agressão contra a menina. A mãe da menina afirmou que não desconfiava do companheiro, pois ele era carinhoso com a criança e com os outros filhos dela, segundo o delegado. 

- E ela nunca desconfiou, então, os vizinhos também relataram que ele tinha um bom relacionamento com as crianças, que tinha mais filhos, ele era carinhoso com a criança, dava as coisas que a criança pedia [...] então acho que ela nem teria motivo inicial para desconfiar mesmo, não. – disse ele.
 
Carlos Sandro de Oliveira foi autuado em flagrante por homicídio triplamente qualificado, crime hediondo, cuja pena pode alcançar 30 anos de reclusão. 

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